CASO CASCATA: MINISTÉRIO PÚBLICO PODERÁ DENUNCIAR RESPONSÁVEIS POR CRIME DE ESTELIONATO!

Cascata

Dispõe o Código Penal:

“Art. 171 – Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento:

Pena – reclusão, de um a cinco anos, e multa…

§ 2º – Nas mesmas penas incorre quem:

VI – emite cheque, sem suficiente provisão de fundos em poder do sacado, ou lhe frustra o pagamento“.

Assim, sendo verdadeira a afirmação que alguém do América de Japecanga frustrou o pagamento de cheque emitido em favor de Cascata sem uma justa razão, caberá ao Ministério Público, entendendo ter havido o crime de estelionato, oferecer a denúncia em relação aos responsáveis, sem prejuízo de eventual reclamação trabalhista contra o clube do interior do Rio Grande do Norte.

Pega fogo vocês sabem onde…

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NÃO ADIANTA A DIREÇÃO DO ABC MENTIR: O FRASQUEIRÃO ESTÁ PENHORADO SIM!

O ABC FC publicou ontem nota de esclarecimento a respeito da publicação pelo blog do BG de cópia do acordo do clube com o Tribunal Regional do Trabalho.

Vamos ver o que diz o clube na referida nota:

Nota de esclarecimento
Publicado em 30/11/2015, as 18:39

A Diretoria do ABC Futebol Clube vem a público, por dever de fidelidade aos seus associados e, em especial, à sua torcida, esclarecer quanto à verdade dos fatos relacionados com o acordo celebrado com o Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT), ação esta levada ao conhecimento do Conselho Deliberativo em reunião ordinária, através do seu vice-presidente jurídico, Alexandre Pinto.

No mês de junho de 2015, o ABC Futebol Clube firmou acordo com o TRT através da CAEX – Central de Apoio a Execução, pelo qual equacionou os seus débitos trabalhistas perante as Varas daquele tribunal.
O acordo importa no pagamento mensal da quantia de R$ 70.000,00 (setenta mil reais), o qual até a presente data vem sendo rigorosamente cumprido.
A direção abecedista esclarece desde já que não existe qualquer penhora de bens do clube, em especial, o seu patrimônio imóvel (terrenos e Estádio Maria Lamas Farache, o “Frasqueirão”).

Para o aludido acordo foi dado ao TRT garantias patrimoniais para lastrear o pagamento do valor acima referido, dentre elas: a receita da Timemania, que representa em média mais de três vezes o valor da obrigação mensal, e bens imóveis.

Quanto a possibilidade de penhora dos bens imóveis (terreno e estádio Frasqueirão), somente poderá ocorrer caso o ABC Futebol Clube não pague a parcela mensal, em seguida, não haja mais qualquer receita da Timemania, e por fim, não exista saldo em suas contas correntes.

Desta forma, afirmar que os bens imóveis do clube estão penhorados é uma afirmação irresponsável e inverídica, plantada com objetivos escusos, oportunistas e meramente eleitoreiros, de quem verdadeiramente não é abecedista.

Essa é a nota de esclarecimento.

Vamos transcrever novamente dois trechos dos dois últimos parágrafos para não restarem dúvidas:

“Quanto a possibilidade de penhora dos bens imóveis (terreno e estádio Frasqueirão), somente poderá ocorrer caso o ABC Futebol Clube não pague a parcela mensal, em seguida, não haja mais qualquer receita da Timemania, e por fim, não exista saldo em suas contas correntes”.

“Desta forma, afirmar que os bens imóveis do clube estão penhorados é uma afirmação irresponsável e inverídica, plantada com objetivos escusos, oportunistas e meramente eleitoreiros, de quem verdadeiramente não é abecedista”.

O que a direção do ABC está dizendo é que o Estádio Frasqueirão não está penhorado e que somente se não houvesse o pagamento da parcela mensal é que isso aconteceria.

Mas o que diz o acordo?

Vejam o que está dito nele:

Frasqueirão penhorado

Ora, enquanto o acordo estiver em vigência, o nosso estádio permanecerá penhorado. E, se houver atraso, ele irá à hasta pública, ou seja, será vendido judicialmente.

Em outras palavras, juridicamente, o Estádio Frasqueirão está penhorado e quem diz isso é o acordo assinado pelo advogado do ABC. Não adianta negar a realidade.

Negar que o Frasqueirão esteja penhorado é uma afirmação irresponsável e inverídica, plantada com objetivos escusos, oportunistas e meramente eleitoreiros, de quem verdadeiramente não é abecedista.

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A PROVA DO GOLPE DA DIREÇÃO DO ABC E FABIANO TEIXEIRA CONTRA JUDAS!

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A chapa de Fabiano Teixeira obteve com a atual gestão (Rogério Marinho) os dados dos sócios do ABC para fazer sua campanha. Os mesmos dados foram solicitados pela oposição, o que foi deferido pela comissão eleitoral.

Ocorre que a direção atual (Rogério Marinho) se nega a fornecer os dados com base num parecer jurídico.

Na verdade, o parecer apenas dá uma falsa aparência de legalidade a mais um golpe contra Judas Tadeu.

Os dados dos sócios estão com a empresa contratada pelo ABC e o uso exclusivo pela chapa de Fabiano Teixeira configura um odioso privilégio em favor deste, que se beneficia indevidamente da estrutura do clube em detrimento dos demais candidatos.

Pior é saber que um promotor de justiça, fiscal da lei, apóia o que está acontecendo.

Se são capazes desse tipo de baixaria para não perderem a eleição, imagine o que fizeram nesses anos e o que continuarão a fazer se continuarem a mandar no clube.

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ELEITOR INDECISO DO ABC, É COMPARANDO QUE SE ESCOLHE!

Comparação

Caro eleitor ABCdista,

Se você está em dúvida em quem votar, se em Judas Tadeu ou Fabiano Teixeira, faça uma comparação entre o histórico de cada um no clube.

a) Judas Tadeu: responsável maior pela construção do Estádio Frasqueirão e inúmeros títulos estaduais;
b) Fabiano Teixeira: não descobrimos nada na história do ABC FC que Fabiano tivesse tido alguma participação, somente que torce pelo fluminense, é filho de Ferdinando Teixeira (que já exerceu cargo no clube, assim como também exerceu no alecrim e no américa de Japecanga) e que é parceiro político de Rogério Marinho (que é quem manda de verdade no alvinegro desde 2014).

É comparando que se escolhe.

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AULA DE DIREITO PARA OS GOLPISTAS DO ABC!

Golpe

A imensa maioria da torcida do ABC FC já escolheu seu candidato, chama-se Judas Tadeu Gurgel, seja por seus serviços já prestados à instituição, destacando-se os inúmeros títulos, seja pela construção do Estádio Frasqueirão, realização de um antigo sonho da Frasqueira.

Além disso, os outros dois candidatos não empolgam, muito provavelmente por serem políticos profissionais e a última experiência que o clube teve com detentores de mandato não foi positiva, vide o papel pífio do time alvinegro no ano do centenário, capitaneado pelo deputado Rogério Marinho, um dos responsáveis pelo imenso passivo trabalhista do Mais Querido, que só faz aumentar.

O avanço da candidatura de Judas Tadeu tem tirado o sono de alguns e, para evitarem a vitória certa dele, estão tramando um golpe, impedindo-o de se lançar candidato, buscando no estatuto a fundamentação para isso.

É preciso ser muito ignorante em direito ou mau caráter, muito provavelmente ambos, para dizer que o ex-presidente não pode ser candidato por não ser sócio.

Ainda que Judas Tadeu não fosse sócio, isso é totalmente irrelevante, como mostraremos a seguir com base no mesmo estatuto que os golpistas estão usando para negar ao ex-presidente o direito de se lançar candidato.

Primeiro, é preciso dizer quem é que pode ser presidente do clube e quem nos dá a resposta é o artigo 46 do Estatuto do ABC FC:

“Art. 46 – O Presidente e o Vice-Presidente Geral, obrigatoriamente conselheiros, serão eleitos para mandato de 3 anos, permitida uma reeleição, pelo sistema de sufrágio universal e em votação secreta realizada perante o Conselho Deliberativo, que elegerá uma chapa dentre as regulamente inscritas”.

Não restam dúvidas que para ser presidente o candidato tem que ser conselheiro.

E Judas é conselheiro?

Essa resposta o estatuto nos dá no art. 34:

“Art. 34 – São membros natos do Conselho Deliberativo os ex-Presidentes e ex-Vice-Presidentes deste Colegiado e os ex-Presidentes e ex-Vice-Presidentes da Diretoria Executiva do Clube”.

Se conforme a norma interna do clube os ex-presidentes são conselheiros natos e Judas Tadeu é ex-presidente, é óbvio que ele é conselheiro, no caso, conselheiro nato, e será assim até que mudem o estatuto ou quando ele morrer.

A canalhice que estão tentando fazer com ele é usar artigos do estatuto relativos à eleição do conselho para impedir sua candidatura pois os conselheiros são eleitos pelos sócios:

“Art. 14 – A Assembleia Geral é o órgão máximo do Clube, constituída por todos os associados das categorias nominadas nos incisos II, III e IV, do artigo 73, maiores de 18 anos, que tenham, pelo menos, um ano de admissão no quadro social e estejam no exercício pleno dos seus direitos estatutários, adimplentes com todas as contribuições financeiras previstas neste estatuto”.

Art. 73 – São categorias de sócio:

II – Patrimonial;

III – Mais Querido;

IV – Contribuinte;

…”.

Mas Judas não precisa ser eleito para o conselho pois, como visto, ele já é conselheiro por ter sido presidente do clube.

Em outras palavras, se prevalecer o raciocínio dos golpistas, Judas teria que ser sócio para poder escolher o conselho e além disso ser escolhido conselheiro, mesmo já sendo conselheiro.

Logo, Judas seria conselheiros duas vezes, uma por ter sido eleito, outra por ter sido ex-presidente.

Evidentemente que isso não faz sentido algum, trata-se apenas de um argumento ignorante do ponto de vista jurídico, ridículo do ponto de vista do bom senso, inescrupuloso do ponto de vista ético e golpista do ponto de vista democrático.

Não conseguirão.

Não passarão.

Não ganharão.

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O MANIFESTO DE LEONARDO ARRUDA: QUANDO A VERDADE VENCE A MENTIRA!

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Aos Torcedores e Associados do ABC FC.

“De forma aberta e franca, estilo que conservo ao longo de uma vida em que o ABC é razão fundamental, sinto-me no dever de me dirigir a cada alvinegro, em decorrência dos últimos acontecimentos relativos à eleição no clube e para fazer – convidando a todos – uma reflexão sobre fatos, posturas, atitudes, consequências, pois o futuro não se descortina sem análise profunda sobre tempos passados e recentes.

Deixo para a torcida avaliar minha trajetória no clube. As conquistas obtidas no suor e na compreensão do pensamento simples e verdadeiro da inestimável Frasqueira, nosso maior patrimônio. Nas glórias, nas vitórias e nas dificuldades inerentes à grandeza de uma instituição centenária edificada pelo amor e o sacrifício de muitos.

O ABC é Centenário pela luta e abnegação de tantos, que simbolizo na figura inesquecível do ex-presidente e referência de liderança natural: Ernâni Alves da Silveira, nosso chanceler que sempre soube ouvir e – principalmente – respeitar opiniões, lhe fossem favoráveis ou não.

Sereno e respeitoso sempre e sem jamais se utilizar de expedientes sombrios de pressão. Faz muita falta Dr. Ernani, a quem reverencio no seu 90º aniversário de nascimento, completado no domingo (25/10).

Evoco, ainda, José Prudêncio Sobrinho, legado de amor e descompromisso material, 92 anos se vivo fosse e Alberto Amorim, figura discreta, afetuosa e dedicada, com quem tive a honra de conviver, trabalhar e aprender. Três homens, três sinônimos de um ABC de Todos.

Transmito meu pensamento com a altivez de quem, com muito orgulho, participa do cotidiano do clube e, legitimamente, usa sua voz ativa e o direito de opinião para buscar o melhor para o ABC.

A consciência crítica me faz livre. Assim se faz democracia. Nada me é desejo que não seja o ABC vitorioso e administrado abertamente. O ABC não pode ser uma confraria fechada de nobres. Na letra do hino está: ABC, Clube do Povo.

Faço esta observação para repudiar, com tristeza e veemência, afirmações e insinuações que nos põem, nós da oposicão, como irresponsáveis instrumentos de discórdia e de fomento à intriga no ABC.

Quem disso usa, disso cuida, ensina o provérbio popular e esse alguém, é bom que fique claro: não sou eu. Procurem e haverão de achá-lo. Faço parte de um grupo formado por homens e mulheres, abecedistas responsáveis, íntegros e divergentes sem ódio.

A exata opção pela clareza na exposição dos meus pontos de vista, meu comportamento avesso ao totalitarismo e contestador por princípio de justiça, me exclui do sarcasmo barato com que alguns, merecedores do meu respeito e até do meu afeto e amizade pessoais, me brindam de forma jocosa .
Nunca me utilizei do anonimato nem de interpostas pessoas para me manifestar sobre as coisas do ABC, nem expressar o meu pensamento.

Como Torcedor, ex-presidente e conselheiro, tenho direito de ter opinião própria, mesmo que não agrade aqueles que se julgam no “Olimpo das Vaidades”. Escolham outro destinatário.

Nunca fui contra o consenso. Sou a favor do bom senso e abomino a hipocrisia. Consenso predispõe desarmamento de espíritos, abertura para diálogo sem intolerância, deposição de armas (verbais e de relacionamento).

Consenso é uma porta que se abre pelo respeito.
Comportamentos restritivos, ameaças veladas, vetos arbitrários, atropelamento estatutário na omissão descabida de informações financeiras, humilhações recorrentes a que são submetidos os que divergem da atual gestão, a transformação do Conselho Deliberativo, numa instância meramente decorativa, cartorial e submissa, bastam para compor um quadro distante do que se pode chamar de consenso.

É o que penso e é o que reafirmo. Assinando embaixo. Sem radicalismo, mais uma palavra transformada em artifício para brindar de forma deseducada os que não dizem amém à atual diretoria. Aos que são grosseiramente desqualificados de “maus abecedistas”.

Exposto o que acima está, espero haver me feito entender. Consenso é conciliação? Sim. Então que não se pregue entendimento cuja condição primordial seja a exclusão do nome do ex-presidente Judas Tadeu Gurgel.

Quem tem medo de Judas? Não posso acreditar em um consenso cuja premissa é “com qualquer um, menos com Judas Tadeu”. Por que não com Judas Tadeu?

Consenso é pacificação? Sim. Então, que não se ocupe emissoras de rádio para chantagear aleatoriamente quem quer que seja, à base de dossiês, instrumentos nefastos e típicos das ditaduras.

Consenso é construção? Sim. Então que não se imponham nomes sem escutar os outros. Os outros que sejam todos. Abertamente.

Não esqueçamos, abecedistas, que vivemos os efeitos de um “consenso” aspeado, empurrado nossa goela abaixo anos passados, quando a condição para a permanência de um gestor foi o atropelamento da via democrática e livre da escolha do Conselho Deliberativo.

Estamos sentindo – sem exceções – os efeitos desse arranjo. Clube sem referência, sem títulos há quatro anos, exposto ao ridículo, devedor da Justiça do Trabalho, dominado por negociantes no futebol abarrotado de contratações fracassadas e ameaçado de queda para a Série C no Centenário após sucessivos equívocos, um deles imperdoável: a demissão insolente do médico Roberto Vital, após 28 anos de indiscutível dedicação ao ABC.
Cedi ao desconforto de mencionar desagradáveis momentos para tentar encerrar o ciclo de injustiças contra mim e contra valorosos abecedistas, muitas vezes demonizados por aqueles que querem se perpetuar no poder do clube a qualquer custo.

Defendo a eleição e apóio Judas Tadeu Gurgel. Entendo em Judas o nome ideal para a reconstrução do clube. Qualquer divergência que alguém possa ter com Judas Tadeu Gurgel, se abecedista, são superadas pelo amor comum ao ABC.
Judas reúne qualidades e está mais preparado, mais experiente e auxiliado por jovens alvinegros com pensamentos inovadores e perfil moderado, ancorado em um Plano de Gestão para administrar o clube.
Judas também pode ser consenso. Judas não guarda rancores nem revanchismos. E tem direito de colocar seu nome em disputa saudável à disposição dos alvinegros.
Consenso é diálogo, maduro e responsável. Não o mero disfarce de um acordo de penumbra. De um acordão que, definitivamente, destoa das tradições de liberdade do ABC Futebol Clube.

(Leonardo Arruda Câmara, antes de tudo, Torcedor do ABC, foi Presidente do Clube e é Conselheiro)

QUE COINCIDÊNCIA! AS COISAS QUE SÓ ACONTECEM NOS RELATÓRIOS DE AUDITORIA CONTRATADOS PELA DIREÇÃO DO ABC!

É possível dois relatórios de auditoria, feitos por dois escritórios de contabilidade diferentes, serem exatamente iguais na sua redação, mudando-se apenas os números?

Sim, é possível se o contratante desses relatórios for a atual gestão do ABC FC.

Abaixo (clique na foto para ampliar), o relatório que apreciou as demonstrações financeiras relativas ao ano de 2012:

01

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Agora (clique na foto para ampliar), leiam o relatório que apreciou as demonstrações financeiras relativas ao ano de 2014:

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Quais as diferenças entre um e outro?

Um se refere a 2012 e é assinado por um contador e outro se refere a 2014 e é assinado por outro contador.

Coincidência? Telepatia? Leitura de pensamento?

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